Segundo a pesquisa “Panorama de Consumo”, realizada com usuários do Mercado Pago e Mercado Livre, 72,6% pretendem antecipar os presentes de fim de ano
A região dita tendências em categorias de maior valor agregado para o lar, com maior intenção de compra para casa, móveis e decoração (40,7%)
O cartão de crédito é a principal forma de pagamento durante a Black Friday para os consumidores do Sudeste.
As modalidades crédito à vista e parcelado, juntas, são as mais lembradas para 45,4% dos entrevistados.
Enquanto o Pix e o Pix Parcelado somam 41,9% das respostas. Crediário online (5,1%), cartão de débito (4,8%) e boleto bancário (1,1%) foram lembrados pelos consumidores.
Entre os consumidores que planejam parcelar as compras, 50,4% preferem dividir os pagamentos entre seis e doze vezes, enquanto 25,5% optam por até três parcelas.
Entretanto, 11,9% pretendem parcelar o maior número de vezes sem juros e 2% optam por parcelamento acima de 12 vezes.
Quem ainda não sabe se vai parcelar e não pretende parcelar estão 9,9% e 0,2% dos entrevistados, respectivamente.
Os dados mostram a relevância das condições de pagamento nas decisões de consumo durante um dos principais períodos promocionais do varejo.
O levantamento também revela que 72,6% dos entrevistados pretendem antecipar a compra de presentes de fim de ano.
O comportamento ocorre em um cenário no qual 33,2% afirmam estar organizados financeiramente para o período e 13,2% afirmam estar planejados e devem gastar o mesmo valor que no ano passado.
Por outro lado, 19% dizem estar com o orçamento apertado, mas pretendem gastar menos que no ano anterior e 34,6% ainda não sabem.
A pesquisa também investigou como os consumidores se preparam financeiramente para as compras.
De acordo com o levantamento, 41,5% dos entrevistados afirmam que não guardaram dinheiro especificamente para esse fim, mas pretendem utilizar os recursos disponíveis.
Entre aqueles que reservaram valores, 18,1% recorrem a alternativas como fundos, CDBs ou poupança. Já 13,7% utilizam outros tipos de investimentos, enquanto 12,6% guardam dinheiro no Cofrinho do Mercado Pago.
Em relação à intenção de gastos, 52,6% dos entrevistados estimam desembolsar até R$ 2 mil.
Outros 20,8% planejam gastar até R$ 500, e 15,1% apontam gastos de até R$ 5 mil. Já 6,8% pretendem gastar mais de R$ 5 mil.
“Na Black Friday, as condições de pagamento e a conveniência são fatores importantes na jornada de compra.
No Mercado Pago, buscamos integrar pagamentos, benefícios e serviços financeiros para oferecer alternativas que atendam às diferentes necessidades dos consumidores.
Nosso objetivo é proporcionar uma experiência simples e flexível, para que cada pessoa possa escolher como realizar suas compras de acordo com seus planos financeiros”, afirma Felipe Castaño, diretor sênior de Growth & Marketing do Mercado Pago.
A antecipação dos presentes pode ajudar os consumidores a comparar preços, avaliar as condições de pagamento e distribuir as despesas ao longo do período, principalmente se quiser parcelar.
O Mercado Pago oferece 21x e a partir de 11/11 aumenta para 24x, além de 60% de desconto no Mercado Parcelado (linha de crédito da instituição).
Para o varejo, o cenário reforça a importância de ofertas competitivas e alternativas de pagamento que atendam às diferentes necessidades do público.
Mais pesquisas e exigência do consumidor dão o tom do varejo
Com um perfil altamente analítico para a Black Friday, o consumidor do Sudeste destoa pela forma como busca os descontos: segundo a pesquisa “Panorama do Consumo 2026”, 39,4% concentram a comparação de preços ativamente em sites de busca, o maior índice do país. Na hora de buscar oportunidades, o consumidor local também se mostra mais digitalizado, liderando nacionalmente o uso de redes sociais e influenciadores como fonte para encontrar cupons (15,3%).
Com um perfil demográfico mais maduro, a região dita tendências em categorias de maior valor agregado para o lar, isolando-se na liderança de intenção de compra de casa, móveis e decoração (40,7%), que divide o protagonismo no topo da lista com os eletrodomésticos (42,4%).
Foto: Negative Space

